Não me julgue sou filha das matas,fui feita da terra que pisas,alimentada do frutos que comes,sei todos os encantos e desencantos de sua vida,sou a terra que pisas sem pudor,sou o chão que marca seus pés,sou filha das matas,não me idealize sim me comprimenda.
Saiba quem sou,mas não me monte,me siga me,me estriga saber quem tu es menino...
Pós não e filho de minha mãe,pós nunca o vi por aqui em minha mata verde,no meu luga só eu reino,este e o meu canto,sei de tudo o que esta se passando por aqui,eu o vi chegar e o verei sair,sou a que tudo ver tudo sabe,não adiantes querer-me julgar pós não tem potencial para isso...
Sou filha das matas!!!Mata verde...
Verde mata!!!
Minha mãe não me segas,lhe suplico!!!
Preciso enchergar o que entra e o que sai de minha mata,mata verde,não desmatada...Minha mãe lhe pesso com tristeza não me segue pós minha mata sera levada por quem não sabes de nada,sobre o amor de mata.

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